sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pen Miau



Bandas sonoras são a alma de qualquer filme. O meu filme anda a ser feito aos pouquinhos.
Confesso que às vezes não sei bem o rumo que lhe deva dar, de qualquer maneira, a imprevisibilidade torna qualquer filme bem mais interessante.
Mas chega de divagar por hoje. Foi uma semana estafante, quero terminar da melhor maneira.

Para isso, nada melhor que vos deixar com uma música que, claramente, entra na minha banda sonora. Ah, antes que me esqueça. Deixo aqui o meu profundo agradecimento à Pen drive que me deu esta música. Ela fala “Gatês”, por isso deixo aqui o meu sincero e fofinho “Miau”.



I`ll miau you later!

domingo, 2 de maio de 2010

Mum


O wikipédia diz que mãe “é o ser do sexo feminino que gera uma vida em seu útero como consequência de fertilização ou que adopta uma criança, que por alguma razão não pôde ficar com os seus pais”
O dicionário ainda é mais parco em palavras, considera que mãe é uma “mulher que tem filhos”
Ufa, ainda bem que a minha mãe não lê dicionários, passar-se-ia com os senhores (homens de certeza), que o escreveram. Ela que está-me sempre a dizer… “filho, quem tem mãe tem tudo”, além disso está-me sempre a avisar que tenho de lhe dar valor, porque tudo o que ela faz (inclusive obrigar-me a ver a tvi) é para meu bem.
Diga-mos que esta última parte é bem discutível. Apesar de me ser difícil definir o que é ser mãe (pois em principio nunca o irei ser), há uma frase que eu gosto bastante e que ilustra o que é o amor de uma mãe… “Minha mãe me deu ao mundo de maneira singular me dizendo uma sentença para eu sempre pedir licença, mas nunca deixar de entrar..." (Caetano Veloso). A verdade é que ser mãe é uma enorme contradição. Elas querem que nós (os filhos) sejamos felizes, querem que aprendamos a voar, querem-nos ver realizados… MAS… Não querem que a gente se afaste mais de 100 m delas, talvez com medo que nos possamos aleijar. O que as galinhas fazem irracionalmente com os pintinhos à nascença, as mães humanas fazem a vida toda com os seus filhos.
Não são perfeitas, mas no fim é a elas que recorremos quando o mundo nos vira as costas.
Eu cá gosto muito da minha (quase sempre)! Devo-lhe tudo o que sou e o que ainda vou ser (bem tudo, tudo não, mas uma grande parte).



I`ll smell you all later

sábado, 1 de maio de 2010

You me at six



Olá amigos. Ultimamente não tenho escrito tanto como queria. A máquina de escrever anda com pouca tinta. Apesar de tudo, não pensem que me esqueci de vocês!
E quando não há palavras para escrever a melhor forma de comunicar é a música, não é?
Para hoje trago-vos uma banda punk britânica. Conheci-os recentemente, mas já os considero meus amigos.

You Me at Six ok?



I`ll smell you all later

terça-feira, 27 de abril de 2010

3 Portas Abaixo


Olá amigos. Bem, hoje venho-vos falar (caso ainda não tenham percebido) dos 3 Doors Down. Banda originária do Mississipi (o pior estado Americano, é a Amadora dos States), porém isso não impediu aqueles três amigos (Matt, Todd e Brad) de tentarem a sua sorte no mundo da música.
O primeiro obstáculo deles foi o facto de nenhum ter cantado na vida. O Brad Arnold era baterista, o Matt Roberts guitarrista e Todd Harrell o baixista. Foi então que o Brad disse "Eh pah, eu acho que posso tentar cantar até arranjarmos um vocalista decente", pois, o certo é que ele gostou tanto de cantar que se mantém como vocalista (e dos bons) até hoje.
Próximo passo: arranjar um nome.
Para quem pensa que a solução não está ao virar da esquina, desenganem-se! Estavam os três amigos no cruzamento de uma rua e o Brad reparou num cartaz (colado num prédio). Estava em más condições mas dava para ler o fim, que dizia "Doors Down". Então o Brad sugeriu, "Olhem lá e se o nome da banda ficasse 3 Doors Down? Somos três e Doors Down soa-me bem", eles replicaram imediatamente "eh pah oh Brad, és muita labrego!". Nasceram assim os 3 Doors Down. Importa reter que, obviamente, os diálogos não foram exactamente assim (foram ditos em estrangeiros), se fosse em Portugal a banda arriscava-se a chamar "Remax", "Era", ou então, "Ilizete Imobiliária".
Agora que já tinham vocalista e nome faltava o mais importante, fazer música fixe.
E assim aconteceu!
Deixo-vos com Duck and Run. Grande música e grande videoclip, muito bem dirigido pelo senhor Marc Webb (realizador do filme 500 days of Summer).



I`ll smell you all later

domingo, 25 de abril de 2010

Ary


Olá meus amigos. Começo este post por vos revelar os meus poetas portugueses preferidos do século XX. São eles, David Mourão Ferreira (O lamechas), Fernando Pessoa (O esquizofrénico) e Ary dos Santos (O intervencionista). Por hoje, vou-me limitar a falar do Ary.
Meu deus! Lá escrever ele escrevia. Que espadas aguçadas ele empunhava contra os malfeitores da altura. Usava as palavras como armas, de uma forma que mais ninguém sabia. Camuflava as balas (enfim, e o pessoal da PIDE não era muito esperto, o que tornava a missão dele bem mais fácil), além disso era um autor. Escreveu para a Simone de Oliveira, para a Amália, para o Fernando Tordo (a música Tourada é um verdadeiro hino contra a opressão do regime que vigorava em Portugal).

Ele era um lutador, não se vergava a ninguém e as suas palavras ficaram para sempre.

Actualmente existe um grupo de meninas (Rua da Saudade é o nome do grupo) que o homenageiam, recriando músicas por ele tão bem escritas.
E como é bom relembrar quem tanto fez por este pais. Não é só com força bruta que se faz revoluções, as palavras também revolucionam.

Deixo-vos agora com o meu poema preferido dele.


O Cacilheiro
Ary Dos Santos

Lá vai no Mar da Palha o Cacilheiro,
comboio de Lisboa sobre a água:
Cacilhas e Seixal, Montijo mais Barreiro.
Pouco Tejo, pouco Tejo e muita mágoa.

Na Ponte passam carros e turistas
iguais a todos que há no mundo inteiro,
mas, embora mais caras, a Ponte não tem vistas
como as dos peitoris do Cacilheiro.

Leva namorados, marujos,
soldados e trabalhadores,
e parte dum cais
que cheira a jornais,
morangos e flores.
Regressa contente,
levou muita gente
e nunca se cansa.
Parece um barquinho
lançado no Tejo
por uma criança.

Num carreirinho aberto pela espuma,
la vai o Cacilheiro, Tejo à solta,
e as ruas de Lisboa, sem ter pressa nenhuma,
tiraram um bilhete de ida e volta.

Alfama, Madragoa, Bairro Alto,
tu cá-tu lá num barco de brincar.
Metade de Lisboa à espera do asfalto,
e já meia saudade a navegar.

Leva namorados, marujos,
soldados e trabalhadores,
e parte dum cais
que cheira a jornais,
morangos e flores.
Regressa contente,
levou muita gente
e nunca se cansa.
Parece um barquinho
lançado no Tejo
por uma criança.

Se um dia o Cacilheiro for embora,
fica mais triste o coração da água,
e o povo de Lisboa dirá, como quem chora,
pouco Tejo, pouco Tejo e muita má


Não gosto de ver o cacilheiro partir... Deixa sempre saudade. Bem, mas como ele retorna, eu lá me aguento. Anyway, O senhor Ary era o maior da aldeia!

I`ll smell you all later

terça-feira, 20 de abril de 2010

Beatles


Bem, numa semana onde encontraram LSD (pré-histórico) no quintal do Sr. John Lennon (espero que não vasculhem o meu! Se bem que só vão encontrar ossos), decidi-vos deixar uma música da banda de garagem dele (uns tais Beatles, acho eu).
Apesar de o John e o Paul serem os mais conhecidos, eu gosto mais do George, mais discreto e, na minha opinião, o melhor compositor.
Só é pena que nunca ninguém se lembre dele (pior que ele, só o Ringo). Lembrei-me agora de uma história que prova que se esquecem, sempre, do George Harrisson. O Frank (Sinatra) tem um cover do Here Comes the Sun (Letra e Música do George). Ora, estava o Frank a cantar a música e no final, “ah e tal queria agradecer ao John por esta magnifica composição musical”. Coitado do George, ninguém lhe liga, é o que dá ser discreto. Era tão talentoso como os outros, só que mais recatado. Apesar de tudo, tenho de referir que o Sr. Frank uns tempos depois emendou o erro. “Ah porque o Here Comes the Sun é uma brilhante música, escrita pelo GEORGE HARRISSON).
Assim sendo, deixo-vos a música. Obrigado Georgie. (Agora em estrangeiro) You rock!


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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Macdonalstico!!


“Com a breca” meus amigos. Como é que eu fiquei 19 anos sem saber disto? Há ok, vocês ainda não sabem do que vos vou falar.

Pois bem, venho-vos aqui falar de perspectivas de futuro. A partir de hoje vou olhar de outra maneira para os trabalhadores do MacDonalds (ou então não). Vou passar ao que interessa, venho-vos comunicar da existência de uma Universidade chamada, nada mais, nada menos, que “Hamburguer University” (propriedade do MacDonalds). E já existe desde 1962. Puxa, a partir de agora quando me dirigir a um estabelecimento deste género vou dizer “Boa tarde Sr. Doutor/a, gostaria, se não fosse incómodo que me vendesse um Mcflurry de oreo, e um pacote de batatas”.

Nesta universidade (situada no estado americano de Illinois) tiram-se cursos como, gestor comercial (do MacDonalds), Gerente de loja (do MacDonalds) e limpa chão (do MacDonalds, bem, este curso se calhar não existe, mas nunca se sabe).

Eu cá já sei para onde vou se o meu curso não correr bem. “Ah e tal, vou estudar para os States, vou ser doutor e gerir empresas”, talvez omita a parte, “Vou ser Copeiro para o MacDonalds de Massamá ou quem sabe (sim porque eu aspiro às estrelas) de Rio de Mouro”.
Devo dizer que isto se pega, porque exportaram esta universidade para a China. É agora que os chineses vão ficar todos gordos.
Enfim, vou fazer as malas.

I`ll smell you all later