quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Amigo
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O que fazer num primeiro encontro

Bem, para começar é importante a vestimenta. Nesse sentido, é importante que não seja demasiado elaborada, para não mostrarmos demasiado interesse. No entanto também não deve ser demasiado simples, pois temos de nos destacar de qualquer “zé da esquina” que ande a rondar.
Em relação ao sitio, não devemos começar por leva-la a um espaço muito caro, caso contrário, habituá-la-emos mal. Num primeiro encontro é necessário leva-la a um sitio onde se possa conversar e mostrar interesse no que ela diz. Atenção, cinema não é sítio de primeiro encontro, é incómodo e não dá para falar e, caso ainda não tenha ocorrido o primeiro beijo, ela vai estar a prestar mais atenção ao filme do que a vocês.
Agora falemos no que mostrar no 1º encontro. Ao contrário do que se pensa, é importante sermos nós próprios (desde que o nosso “eu” não seja assustadoramente mau). Devemos falar dos nossos defeitos, mostrar sinceridade é revelador de bom carácter. Só que, ao invés de nos autoproclamarmos “pessoas com um feitiozinho da merda”, eufemizamos a coisa. Desta forma, dizer que, às vezes, temos um feitio especial deve bastar.
Depois é importante usar um pouco de sentido de humor, sem cair na parvoíce. Misturar um pouco de pseudo inteligência com uma ou outra piada, sem nunca exagerar demais, porque o exagero “cheira” sempre a mentira.
Posto isto em prática, é importante observar as reacções do espécime feminino. Em primeiro lugar, ter atenção às idiossincrasias e maneirismos (tiques corporais ou de linguagem) da moça. Se ela se dispuser de braços cruzados, é indicador de que não está lá muito interessada na nossa conversa.
O olhar é importante. Mantenham contacto visual com a pretendida, sem parecerem assustadores. Se ela vos retribuir o olhar e depois o desviar, animem-se, é normalmente sinal de que ela está tímida, mas que simpatiza convosco.
Ah, não se esqueçam de lhe dar muita atenção e de demonstrar interesse no que ela diz, pese embora muitas vezes só oiçam “bla, bla, bla”.
Se após seguirem estes passos ela continuar interessada, isso significa duas coisas:
1ª – Os meus conselhos, de forma surpreendente, resultam.
2ª – Se tiverem sorte ainda podem terminar a noite com uma beijoca.
Foquemo-nos no 2º ponto. Não existem regras para sabermos se ela nos quer beijar ou não. É uma coisa do momento. Todavia, existem regras no que fazer durante e após o primeiro beijo:
- Não “espetar” a língua toda lá para dentro;
- Não apalpar o rabo, nem as mamas, independentemente de termos o “eu de baixo” aos saltinhos;
- Ser carinhoso e não lambão, isto é, parar quando ela quiser;
- O ultimo conselho e, simultaneamente, o mais importante é que sexo só com consentimento da outra parte.
P.S. Isto não é infalível, mas caso seja tudo seguido à risca, não garanto nada porque as mulheres têm todas um feitio especial, o que as torna imprevisíveis.
Caso tudo isto falhe lembrem-se, a culpa é vossa, não minha.
I`ll smell you all later
sexta-feira, 24 de junho de 2011
São cenas da bida

Olá amigos! Sentiram saudades minhas? Já lá vai algum tempo desde a última vez que vos escrevi. Enfim, tenho andado ocupado. Apesar disso, hoje vou-vos presentear com um post repleto de intelectualidade e profundidade (só que ambas muito inibidas). Chegada a chamada silly season é importante que me foque em parvoíces e nesse aspecto a minha vida está a transbordar disso.
Hoje vim-vos falar abertamente sobre algumas das coisas que me irritam e que facilmente são emendáveis.
1ª Coisa – Expliquem me porque é que os funcionários das cadeias de fast food não sabem trabalhar com o multibanco. Está uma pessoa cheia de fome e eles a circularem de um lado para o outro a perguntar aos colegas como é que se faz. (bem, mas isso resolvia-se se eu começasse a pagar em dinheiro)
2ª Coisa – Pessoas que fazem perguntas extremamente perspicazes. Está um sujeito a dormir profundamente quando de repente é sacudido com a pertinente expressão; “Estás a dormir?” – “não porra, estou a mover objectos só com a mente, daí ter os olhos fechados”
“Mãe, vou levar o portátil para a loja das reparações!” ; “ Porquê filho? Está estragado?” ; “Não Mãe! É que é o sítio favorito dele para passear!
Num dia de frio e chuva a primeira coisa que algumas pessoas tendem a dizer ao seu semelhante mais próximo é; “Pah está frio e chuva!”
3ª Coisa – Conversas de elevador. O meu conselho é, caso o cardápio da farmácia e a meteorologia para o próximo mês não sejam temas do vosso interesse, usem as escadas.
Bem, meus caros mirones, por hoje chega. Acho que estas 3 coisas servem para ilustrar algumas das situações extremamente irritantes mas que frequentemente acontecem.
I`ll smell you all later
P.S. Quem chegar ao fim do post vai-se perguntar qual a relação da imagem com o tema. Não pensem mais nisso, não há nenhuma. Foi só porque eu realmente gostei da imagem. Desde já as minhas desculpas pela falta de contextualização.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Cenas com cobertura

(Este post dedica-se a todos aqueles que, como eu, têm uma grande queda por doces, guloseimas, gelados e, no geral, coisas com calorias gostosas de consumir.)
Olá amigos! Hoje, decidi tornar o meu blog útil (não estou com isto a querer dizer que antes era inútil, mas era)
A utilidade de hoje é… Tornar-vos parecidos com pneus Michelin.
Vou deixar-me de rodeios. Hoje vou ensinar-vos a fazer um super gelado (e não um daqueles gelados “maricas” que se fazem com iogurtes),passar-vos-ei o meu conhecimento no que diz respeito a bombas calóricas, porque se é para pecar, pequem como deve ser e não sejam “pussys”.
Ah ok, ainda não especifiquei qual era o gelado. Meus amigos e amigas, apresento-vos o “super gelado de oreo”.
“Ah e como é que se faz isto Grande Mestre?” – Perguntam vocês em grande sobressalto.
Simples, dois pacotes de natas, 4 pacotinhos de oreos e um lata de leite condensado.
Colocam-se as bolachas num saco e “pimba”, partem-se à martelada.
Depois noutro recipiente, batam as natas até ficarem “bem batidas”, e depois juntem o leite condensado (que se tudo correr bem ainda não foi devorado) e voltem a misturar. Por fim juntem as bolachas partidas e mexam, mexam até a vossa mão doer. Depois metam no congelador e voilá.
Se sair mal a culpa é vossa!
Digam lá se eu não sou “bué da fixe” ?
Agora não se esqueçam. Comam com moderação e se comerem isto, não conduzam a seguir.
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sábado, 28 de maio de 2011
Só mais dez minutos, please!

Olá meus estimados mirones do blog. Há já algum tempo que não “punha cá os pés”. Parece que eu, assim como muita gente, padeço da falta de tempo (aliada à falta de inspiração recorrente e falta de jeito permanente).
O que sucede neste caso é que eu iniciei o post sem saber muito bem do que vos falar.
Actualidade? Estamos em época de ilusões, perdão, eleições. Logo, a TV só passa isso (ah para além dos 35 novos, possíveis/impossíveis reforços do Benfica, Sporting e daquele outro clube que não quero falar).
Sendo assim resta-me falar do que me importa no momento. Importa-me perceber porque raio é que o tempo (em todas as suas dimensões) parece chateado comigo.
Quanto mais demoro a perceber que me falta o tempo, mais ele me foge. Isso chega a roçar o irritante. Passo seguinte seria organizar-me e gerenciá-lo o melhor que sei. Bem, isso também está crítico, atendendo a que os planos saem sempre irremediavelmente “furados”.
De seguida, tento manter a calma e focar-me no que realmente interessa (do género escrever no blog em vez de estar a trabalhar).
A verdade é que andamos sempre com as prioridades trocadas. Queremos fazer tanta coisa duma vez, que acabamos por fazer pouco, muito pouco.
Posto isto, assim de repente, ocorre-me que o melhor é investirmos o nosso tempo em quem merece e no que merece. Prioridades? Sim, há uma muito importante. Visto que o cérebro é uma parte do ser humano que podemos enganar facilmente, o meu conselho é rir, sorrir e mostrar os dentes. Se fizermos isso constantemente o cérebro convence-se que nós estamos felizes, depois é toda uma libertação de endorfinas (a hormona feliz) e assim vamos todos trabalhar mais felizes (ou então não, mas não custa tentar).
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sábado, 14 de maio de 2011
The Biggest Loser

Esta semana ouvi a expressão “não mentir mais aos Portugueses” mais vezes do que comi bolachinhas de chocolate (sendo que em 6 dias limpei dois pacotes). O que é que isto indica?
Primeiro que vou ficar gordo e, acima de tudo, que para toda a classe política sentir a necessidade de dizer que não vão mentir, é porque já mentiram. A verdade é que os Portugueses devem se sentir mais enganados do que prostitutas romenas, só que em vez de proxenetas, os enganadores são a classe política.
Muito bem, posso até perdoar, isto se, daqui para a frente acabarem com as mentiras.
Nesse sentido é importante analisar os partidos.
P.S. (partido Socrates) – Acho que só mesmo ele é que acha que fez um bom trabalho e sinceramente, nem a mãe dele deve achar que ele não mentiu aos Portugueses. Para estas eleições usa da receita antiga. Vitimização. O problema desta vez é que “no one gives a fuck” para o que ele diz, porque na realidade, é mais do mesmo.
Agora vamos aos Partidos que querem o poder. Se me permitem vou colocar o CDS-PP no mesmo saco do PSD. Têm em comum um conceito ligeiramente diferente do meu no que diz respeito a “não mentir”. Para eles “não mentir” é omitir aquilo que para o qual não têm respostas, ou não querem responder. Deviam era conhecer a minha mãe, ela logo vos dizia.
“Mãe, eu não menti, eu só não disse nada para não te enervares.”
“Pois, pois, mas não dizer as coisas é o mesmo que mentir “ouvistes”?”
PCP e BE – Really? Com que então não precisamos de FMI, nem de dinheiro, não é? Orgulhosamente sós, é assim que nos querem certo? Das duas uma, ou esta gente tem uma muito boa impressora em casa e começava a imprimir euros, ou então andam a partilhar muitos charros uns com os outros.
Jerónimo, ou largas ou passas, isso a ti faz-te mal ok?
No fim de contas resta-nos esperar por dias melhores e fazer por esses dias chegarem.
Por fim só queria deixar bem claro. Odeio ligar a TV e ver a Júlia Pinheiro, no entanto é sempre engraçado ver gordos a correr.
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sábado, 30 de abril de 2011
Monday, you bitch!

Olá amigos. Eis as razões que me levam a querer abolir a segunda-feira das nossas vidas.
Odeio-te segunda-feira porque já não és fim-de-semana.
Odeio-te segunda-feira porque ainda faltam mais quatro dias para o fim-de-semana regressar.
Odeio-te segunda-feira por me fazeres ir trabalhar.
Odeio-te segunda-feira porque me obrigas a deitar cedo ao Domingo, mas como não o faço, fazes-me acordar mal-humorado.
Odeio-te segunda-feira porque me obrigas a usar despertador.
Odeio-te segunda-feira porque às vezes o Benfica perde no Domingo (nessa altura odeio basicamente tudo).
Odeio-te segunda-feira por me obrigares a vestir calças de manhã.
Agora que penso nisso, odeio grande parte dos dias da semana por isso.
Ah e odeio-te segunda-feira por seres sempre o primeiro dia depois das férias.
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