sexta-feira, 24 de junho de 2011

São cenas da bida


Olá amigos! Sentiram saudades minhas? Já lá vai algum tempo desde a última vez que vos escrevi. Enfim, tenho andado ocupado. Apesar disso, hoje vou-vos presentear com um post repleto de intelectualidade e profundidade (só que ambas muito inibidas). Chegada a chamada silly season é importante que me foque em parvoíces e nesse aspecto a minha vida está a transbordar disso.

Hoje vim-vos falar abertamente sobre algumas das coisas que me irritam e que facilmente são emendáveis.

1ª Coisa – Expliquem me porque é que os funcionários das cadeias de fast food não sabem trabalhar com o multibanco. Está uma pessoa cheia de fome e eles a circularem de um lado para o outro a perguntar aos colegas como é que se faz. (bem, mas isso resolvia-se se eu começasse a pagar em dinheiro)

2ª Coisa – Pessoas que fazem perguntas extremamente perspicazes. Está um sujeito a dormir profundamente quando de repente é sacudido com a pertinente expressão; “Estás a dormir?” – “não porra, estou a mover objectos só com a mente, daí ter os olhos fechados”

“Mãe, vou levar o portátil para a loja das reparações!” ; “ Porquê filho? Está estragado?” ; “Não Mãe! É que é o sítio favorito dele para passear!

Num dia de frio e chuva a primeira coisa que algumas pessoas tendem a dizer ao seu semelhante mais próximo é; “Pah está frio e chuva!”

3ª Coisa – Conversas de elevador. O meu conselho é, caso o cardápio da farmácia e a meteorologia para o próximo mês não sejam temas do vosso interesse, usem as escadas.

Bem, meus caros mirones, por hoje chega. Acho que estas 3 coisas servem para ilustrar algumas das situações extremamente irritantes mas que frequentemente acontecem.

I`ll smell you all later

P.S. Quem chegar ao fim do post vai-se perguntar qual a relação da imagem com o tema. Não pensem mais nisso, não há nenhuma. Foi só porque eu realmente gostei da imagem. Desde já as minhas desculpas pela falta de contextualização.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Cenas com cobertura


(Este post dedica-se a todos aqueles que, como eu, têm uma grande queda por doces, guloseimas, gelados e, no geral, coisas com calorias gostosas de consumir.)

Olá amigos! Hoje, decidi tornar o meu blog útil (não estou com isto a querer dizer que antes era inútil, mas era)

A utilidade de hoje é… Tornar-vos parecidos com pneus Michelin.

Vou deixar-me de rodeios. Hoje vou ensinar-vos a fazer um super gelado (e não um daqueles gelados “maricas” que se fazem com iogurtes),passar-vos-ei o meu conhecimento no que diz respeito a bombas calóricas, porque se é para pecar, pequem como deve ser e não sejam “pussys”.

Ah ok, ainda não especifiquei qual era o gelado. Meus amigos e amigas, apresento-vos o “super gelado de oreo”.

“Ah e como é que se faz isto Grande Mestre?” – Perguntam vocês em grande sobressalto.

Simples, dois pacotes de natas, 4 pacotinhos de oreos e um lata de leite condensado.

Colocam-se as bolachas num saco e “pimba”, partem-se à martelada.

Depois noutro recipiente, batam as natas até ficarem “bem batidas”, e depois juntem o leite condensado (que se tudo correr bem ainda não foi devorado) e voltem a misturar. Por fim juntem as bolachas partidas e mexam, mexam até a vossa mão doer. Depois metam no congelador e voilá.

Se sair mal a culpa é vossa!

Digam lá se eu não sou “bué da fixe” ?

Agora não se esqueçam. Comam com moderação e se comerem isto, não conduzam a seguir.

I`ll smell you all later

sábado, 28 de maio de 2011

Só mais dez minutos, please!


Olá meus estimados mirones do blog. Há já algum tempo que não “punha cá os pés”. Parece que eu, assim como muita gente, padeço da falta de tempo (aliada à falta de inspiração recorrente e falta de jeito permanente).

O que sucede neste caso é que eu iniciei o post sem saber muito bem do que vos falar.

Actualidade? Estamos em época de ilusões, perdão, eleições. Logo, a TV só passa isso (ah para além dos 35 novos, possíveis/impossíveis reforços do Benfica, Sporting e daquele outro clube que não quero falar).

Sendo assim resta-me falar do que me importa no momento. Importa-me perceber porque raio é que o tempo (em todas as suas dimensões) parece chateado comigo.

Quanto mais demoro a perceber que me falta o tempo, mais ele me foge. Isso chega a roçar o irritante. Passo seguinte seria organizar-me e gerenciá-lo o melhor que sei. Bem, isso também está crítico, atendendo a que os planos saem sempre irremediavelmente “furados”.

De seguida, tento manter a calma e focar-me no que realmente interessa (do género escrever no blog em vez de estar a trabalhar).

A verdade é que andamos sempre com as prioridades trocadas. Queremos fazer tanta coisa duma vez, que acabamos por fazer pouco, muito pouco.

Posto isto, assim de repente, ocorre-me que o melhor é investirmos o nosso tempo em quem merece e no que merece. Prioridades? Sim, há uma muito importante. Visto que o cérebro é uma parte do ser humano que podemos enganar facilmente, o meu conselho é rir, sorrir e mostrar os dentes. Se fizermos isso constantemente o cérebro convence-se que nós estamos felizes, depois é toda uma libertação de endorfinas (a hormona feliz) e assim vamos todos trabalhar mais felizes (ou então não, mas não custa tentar).

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sábado, 14 de maio de 2011

The Biggest Loser


Esta semana ouvi a expressão “não mentir mais aos Portugueses” mais vezes do que comi bolachinhas de chocolate (sendo que em 6 dias limpei dois pacotes). O que é que isto indica?

Primeiro que vou ficar gordo e, acima de tudo, que para toda a classe política sentir a necessidade de dizer que não vão mentir, é porque já mentiram. A verdade é que os Portugueses devem se sentir mais enganados do que prostitutas romenas, só que em vez de proxenetas, os enganadores são a classe política.

Muito bem, posso até perdoar, isto se, daqui para a frente acabarem com as mentiras.

Nesse sentido é importante analisar os partidos.

P.S. (partido Socrates) – Acho que só mesmo ele é que acha que fez um bom trabalho e sinceramente, nem a mãe dele deve achar que ele não mentiu aos Portugueses. Para estas eleições usa da receita antiga. Vitimização. O problema desta vez é que “no one gives a fuck” para o que ele diz, porque na realidade, é mais do mesmo.

Agora vamos aos Partidos que querem o poder. Se me permitem vou colocar o CDS-PP no mesmo saco do PSD. Têm em comum um conceito ligeiramente diferente do meu no que diz respeito a “não mentir”. Para eles “não mentir” é omitir aquilo que para o qual não têm respostas, ou não querem responder. Deviam era conhecer a minha mãe, ela logo vos dizia.

“Mãe, eu não menti, eu só não disse nada para não te enervares.”

“Pois, pois, mas não dizer as coisas é o mesmo que mentir “ouvistes”?”

PCP e BE – Really? Com que então não precisamos de FMI, nem de dinheiro, não é? Orgulhosamente sós, é assim que nos querem certo? Das duas uma, ou esta gente tem uma muito boa impressora em casa e começava a imprimir euros, ou então andam a partilhar muitos charros uns com os outros.

Jerónimo, ou largas ou passas, isso a ti faz-te mal ok?

No fim de contas resta-nos esperar por dias melhores e fazer por esses dias chegarem.

Por fim só queria deixar bem claro. Odeio ligar a TV e ver a Júlia Pinheiro, no entanto é sempre engraçado ver gordos a correr.

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sábado, 30 de abril de 2011

Monday, you bitch!


Olá amigos. Eis as razões que me levam a querer abolir a segunda-feira das nossas vidas.

Odeio-te segunda-feira porque já não és fim-de-semana.

Odeio-te segunda-feira porque ainda faltam mais quatro dias para o fim-de-semana regressar.

Odeio-te segunda-feira por me fazeres ir trabalhar.

Odeio-te segunda-feira porque me obrigas a deitar cedo ao Domingo, mas como não o faço, fazes-me acordar mal-humorado.

Odeio-te segunda-feira porque me obrigas a usar despertador.

Odeio-te segunda-feira porque às vezes o Benfica perde no Domingo (nessa altura odeio basicamente tudo).

Odeio-te segunda-feira por me obrigares a vestir calças de manhã.

Agora que penso nisso, odeio grande parte dos dias da semana por isso.

Ah e odeio-te segunda-feira por seres sempre o primeiro dia depois das férias.

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domingo, 24 de abril de 2011

Não sentir nada nunca é pior que sentir tudo

Sentir falta e saudades serão a mesma coisa?

A minha resposta é definitivamente não.

Nós sentimos falta de comida quando não comemos, mas a saudade não é bem isso.

A saudade não se alimenta da mesma forma. Não é uma necessidade fisiológica, não é racional, nem controlável, a saudade é duradoura.

É certo que muitas vezes sentimos saudades do que nos faz falta. Mas sentir falta por si só é algo pouco vinculativo, muitas vezes passageiro. “I miss you” é uma expressão que demonstra o egoísmo de “sentir falta”. “miss” relaciona-se com perda. O “I miss you” refere-se a algo que perdi, mas que para satisfazer a minha necessidade momentânea quero de volta.

Saudade não tem tradução em qualquer outra língua.

Eu não sinto falta dos pormenores irritantes das pessoas que amo e amei, mas tenho saudades desses mesmos pormenores, porque pertenciam a essas pessoas e porque agora é disso que me lembro.

Não sinto falta de uma voz esganiçada, de um aperto de mão exageradamente forte, de ter chinelos mordidos, de ouvir conselhos repetitivos, de ouvir falar de doenças, ou de piadas despropositadas, mas tenho saudades disso, porque isso fazia parte dessas pessoas (e não só).

Ter saudades é ter um vazio que outrora estava preenchido de forma quase imperceptível. Memórias que agora sei são de felicidade, mas que na altura eram rotina.

Ter saudades é sinal que vivi.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mas que grande animal pah!


Olá amigos. Este post é dedicado a todos aqueles (que como eu) lêem coisas que não interessam nem ao menino Jesus.

Pois bem, primeira informação de relevância duvidosa. Sabem o que mais contribui para o efeito estufa, produzindo quantidades massivas de Dióxido de Carbono e Metano? (Não, não são os carros, nem qualquer tipo de electrodoméstico ou fábrica)

A resposta é o gado, mais especificamente as vaquinhas e as ovelhinhas. Querem que eu vá mais ao pormenor? (ok, vou assumir que sim, porque quem manda aqui sou eu)

Os arrotos e (vou tentar não ser labrego) os peidos (fail) das vaquinhas e das ovelhinhas são um dos grandes causadores da emissão de gases poluentes para a atmosfera.

Porém não temam meus caros visitantes do blog. Cientistas Norte-Americanos (e com muito tempo livre) criaram uma ração que regula os intestinos destes bichinhos. Acabando com os desarranjos intestinais, salvam o mundo.

Bem, o meu conselho para salvar o mundo é… Ensinar as ovelhas e as vacas (e seus esposos) a levarem os cascos à boca quando tiverem para arrotar (é uma questão de educação).

Quanto ao problema dos gases é simples (falem com a Fernanda Serrano que ela arranja-vos Activia)

Agora uma coisa totalmente random: Eu odeio Alemães! (Exceptuando os pastores)


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