domingo, 8 de janeiro de 2012
Carta de absolvição
domingo, 1 de janeiro de 2012
2012 à Futre
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Omeletes sem ovos
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Super normal
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
500 days of Autumn

domingo, 16 de outubro de 2011
Laranja Mecânica
Olá amigos. Com a breca, cada vez actualizo menos o blog. Eu sei que muitos não se importam (principalmente aqueles que nunca cá vieram e aqueles que já vieram e não voltaram), no entanto eu insisto em manter isto vivo.
Hoje vou-me meter na política (oh não isto vai fechar). Não para ser politicamente correcto, mas acima de tudo, para achincalhar, gozar e, como bom português, mal dizer.
Vou começar por falar-vos do ex-namorado da Fá da girlsband Doce (acho que se chama Passos Coelho). Ora, o rapaz é todo virado para as direitas, sem dúvidas. De ressalvar que como tem maioria absoluta, pelo menos está a tentar uma abordagem diferente. Porém, o problema aqui é que pedimos uns “trocos” emprestados à “troika estrangeira” (citando Jerónimo de Sousa). Sendo assim, antes de pensarmos na cura, vamos rezar para não morrer do remédio. Antes de podermos pensar em melhorar, temos de pensar em pagar. Mais, para isso precisamos de conseguir umas “massas” valentes, sem afundar mais o barco. Ora, para fazer tudo isto é preciso muita ginástica intelectual e não ligar a todas as vozes que se levantam por cada “pum” que o Primeiro-ministro dá.
Se estas medidas são as mais correctas? Podem não ser (sacanas aumentaram-me o cinema, mas a coca-cola continua com 6% de IVA). Todavia, pelo menos alguém está a tentar salvar isto e pela primeira vez em muito tempo não estamos a viver acima das nossas posses.
Este post teve pouca piada. Nunca mais me meto na política (not).
I`ll smell you all later
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Coisas estranhas na nossa casa – 1

Olá amigos. Tão bons? (vou supor que não, por estarem a gastar tempo aqui).
Hoje trago-vos aqui toda uma temática interessante. Vim falar nada mais, nada menos do que de Bidés. Inventado em mil oitocentos e troca o passo, o bidé, ou para ser exacto o bidet (em francês), foi criado numa época em que os hábitos de higiene tendiam para a badalhoquice. Assim sendo, a rainha de França dizia sentir-se suja e queria muito lavar a patareca. É então que um qualquer fiel súbdito cria uma espécie de recipiente oval onde ela poderia finalmente chapinhar e ser feliz. Pois bem, ainda hoje toda a santa casa de banho possui um bidé. No entanto, a prática do bidé começa a cair em desuso, as pessoas usam somente a banheira. Deixando o bidé como recipiente para lavar os chinelos da praia. Meus amigos, isso é descriminação. Cadê o chape chape tão almejado pelo senhor bidé? Pelo menos usem-no para lavar os pezinhos. Ou para aquelas horas de aperto em que a sanita está ocupada e vocês querem verter líquidos. Descriminar é que não! Ele carece de atenção. Como se pode descriminar uma porcelana tão bonita e com tanta história. Para além disso o nome fica no ouvido e é bonito de se dizer.
Próximos capítulos: Piaçaba (não é para ser usado somente como ornamento)
I`ll smell you all later
